



Você está diante do Coliseu, o maior anfiteatro já construído na Roma Antiga. Inaugurado no ano 80 depois de Cristo, ele recebia mais de 50 mil pessoas para assistir batalhas de gladiadores, caças de animais e até simulações de batalhas navais. Sim, eles enchiam a arena com água! Debaixo da estrutura, havia um complexo sistema de túneis e elevadores manuais. Hoje, o Coliseu é símbolo do Império Romano – e ainda guarda muitas histórias sob suas pedras.
Bem acima da cidade de Assis, a imponente Rocca Maggiore vigia silenciosa desde o século XII. Esta fortaleza foi construída para controlar e intimidar, garantindo a autoridade imperial sobre a cidade. Em 1198, os moradores se revoltaram e destruíram tudo. Mas, décadas depois, ela foi reconstruída ainda mais forte. De lá do alto, se vê todo o vale da Úmbria – uma visão que, por séculos, representou poder e domínio.
Você está diante de um dos edifícios mais impressionantes da Roma Antiga. O Panteão foi construído entre os anos 118 e 125 depois de Cristo, sob o imperador Adriano. Dedicado a todos os deuses, tem uma cúpula de 43 metros de altura, com um óculo no centro que ilumina todo o espaço. Curioso? Esse templo sobreviveu até hoje porque, no ano 609, foi transformado em igreja. Uma decisão que o salvou da destruição e fez dele um dos monumentos antigos mais bem preservados do mundo.
Aqui, onde você pisa agora, batia o coração da Roma Antiga. O Foro Romano era o centro de tudo: política, religião, comércio e justiça. Templos, tribunais, arcos triunfais… tudo passava por aqui. Um dos lugares mais sagrados era o Templo de Vesta, onde as vestais mantinham acesa a chama eterna de Roma. Se ela apagasse, acreditava-se que o Império cairia. Cada pedra aqui guarda um capítulo da história que moldou o mundo ocidental.
Você está diante de uma das maiores catedrais do mundo: o Duomo de Florença. Eu sou o W2H e vou te contar um segredo… essa cúpula gigante, que desafia a gravidade, foi construída em 1436 por Brunelleschi — sem andaimes! Um feito que até hoje intriga engenheiros. E essa fachada? Toda em mármore colorido. Um símbolo do poder e da beleza do Renascimento italiano. Pronto pra subir lá em cima?
Essa estátua de bronze, aí na sua frente, mostra o imperador Marco Aurélio a cavalo — e ela é original do século II d.C.! Eu sou o W2H e te conto o porquê dela ainda estar aqui: durante a Idade Média, acharam que era o imperador Constantino, um cristão. Por isso, ela não foi derretida. Hoje, ela reina na Piazza del Campidoglio, redesenhada por ninguém menos que Michelangelo.
Olha bem esse campo… Reconhece? É aqui que foi filmada a cena final de Gladiador, com Russell Crowe. Eu sou o W2H, e posso te garantir: essa paisagem existe de verdade, em Val d’Orcia, na Toscana. Os campos dourados, os ciprestes ao fundo… tudo real. Esse lugar virou símbolo do “além” no filme, mas na vida real, é um dos cantos mais poéticos da Itália.
Você está em Montepulciano, e esse prédio imponente é o Palazzo del Comune. Eu sou o W2H e te levo direto pro século XIV, quando esse palácio era a sede do poder na cidade. Ele lembra o Palazzo Vecchio de Florença, né? Não é por acaso. Sua torre oferece uma vista de tirar o fôlego da Toscana. E se você é fã da saga Crepúsculo… sim, foi aqui que filmaram cenas de Lua Nova.
O W2H resolve um problema global: a falta de acesso fácil e envolvente à história dos lugares. Nosso app leva conteúdo rico, educativo e emocionante direto ao usuário, sem guias nem pesquisas manuais.
O modelo é expansível para qualquer cidade do mundo. Monetizamos com tours premium, parcerias locais e licenciamento. O turismo cultural global é um mercado bilionário, e estamos no ponto ideal para crescer com velocidade.
Com marca registrada no INPI, domínio próprio (.app), identidade visual consolidada e protótipos validados, o W2H está pronto para escalar. Quem entra agora, entra para liderar — e para ganhar com a valorização.
Começamos no Brasil, onde há uma imensa demanda reprimida por turismo histórico acessível, interativo e digital. Com um território cheio de histórias e cidades icônicas, validamos o modelo aqui — e projetamos a expansão para centros históricos na Europa, Américas e além. O W2H é brasileiro de origem, mas global por natureza.